Autor: JM-Diogo
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Democracia combativa ou justiceiros
Atuação pujante do Judiciário se tornou indispensável, porque recentemente o Poder Executivo ameaçou a própria democracia Em uma democracia, os Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo devem estar em equilíbrio. Quando um ou dois desses Poderes fraquejam, o terceiro tende a predominar, e, assim, a democracia corre riscos. A exaltação de um acarreta a exposição dos…
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Portugal caiu nas boas graças da elite Brasileira
José Manuel Diogo, diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, foi o entrevistado da Conversa Capital, espaço do Negócios e Antena 1.
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Zuenir Ventura
Uma vez há muito tempo, mais de 10 anos partilhei uma coluna na mesma página do Zuenir Ventura. Nesse dia cantei-lhe os parabéns junto com amigos que, como eu, amam a cultura, a nossa língua, o Brasil e Portugal. Faz hoje um um ano, no Rio de Janeiro, seguindo um convite inesperado e mágico do…
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Quando descansei e te vi
Era uma manhã ensolarada em Lisboa e a feira de arte ARCO estava a todo vapor. Os estandes estavam repletos de peças fascinantes, e uma energia vibrante pairava no ar. Entre os visitantes, havia um homem cansado, que decidiu descansar em um banco próximo a uma das galerias. Sentado lá, ele observava as pessoas passando,…
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Devagar
Adeus querido Ze Pinho. Havia tudo que tua amavas na tua festa. Luz, amigos, vinho e alegria. Sempre soubeste fazer com que a gente nunca vá embora…
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Até sempre, Zé Pinho
O José Pinho, fundador da Livraria de Fundos, sonhador da Ler Devagar, criador de 1000 bibliotecas, morreu. Guardava em si o mesmo fascínio da Tabacaria de Pessoa: nele cabiam todos os sonhos do mundo.
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Nos olhos
Olhar-se no espelho é um gesto banal, quase automático. Mas há momentos em que esse ato trivial se transforma em uma jornada introspectiva, um mergulho na nossa própria essência. É como se aquele reflexo fosse um convite à reflexão profunda, uma espécie de diálogo silencioso entre o eu presente e o eu do passado. É…
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Petinati & Petinati
Petinópolis Petinópolis, cidade serena banhada pelos raios dourados do sol poente, ergue-se como um refúgio bucólico em meio ao tumulto da vida moderna. Suas ruas sinuosas se entrelaçam em um intricado emaranhado, como veias pulsantes que conduzem a essência de seu povo. O ar, fresco e perfumado pela brisa que acaricia as copas das árvores,…
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Corpo de voar
Em um corpo de gaivota, dois seres humanos inquietos, encontraram um lugar onde suas almas se refugiaram. Se o voo representava liberdade e escapismo, a prisão simbolizava a opressão e os traumas que todos enfrentamos O céu, vasto e infinito, representava as possibilidades, e a terra, com suas fronteiras e limitações, era o lembrete de…