Negócios de lá e de cá
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Tarifas como arma de guerra
A ameaça de tarifas de Trump revela como o risco regulatório virou instrumento político, corroendo a previsibilidade do comércio internacional
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Quando a publicidade entra na conversa antes da decisão
Pensávamos estar a conversar com uma máquina. Na verdade, começámos a negociar com um mercado invisível. Durante décadas, a publicidade viveu fora do pensamento. Esperava-nos na página seguinte, no intervalo, na lateral do ecrã.…
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O cobre não é verde
O futuro elétrico do mundo está a ser fundido em fornos antigos, e isso deveria preocupar mais gente. Há um argumento elegante a sustentar a aproximação entre gigantes da mineração: escala. O cobre tornou-se…
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Mercosul. Agora ou nunca
O acordo UE–Mercosul não é um detalhe técnico de comércio exterior. É um gesto histórico com consequências políticas profundas, sobretudo para quem vive entre margens. Quando a Comissão Europeia anuncia “avanços” para fechar o…
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O mundo em 2025. Fatos e Impactos nos Países Lusófonos
Num mundo em rápida transformação, 2025 marcou uma viragem decisiva na política internacional. O mundo entrou em 2025 atravessando uma das fases mais instáveis desde o fim da Guerra Fria. Conflitos armados prolongados, reconfiguração…
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Wall Street. O fim de um monopólio
O dinheiro pressente antes de compreender. Move-se como água, evita rigidez, desconfia da soberba. Quando um centro se julga definitivo, o capital começa a ensaiar a despedida. Não há ruína, apenas deslocamento. O mundo…
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Linhas que o algoritmo não pode cruzar
Delegar decisões discricionárias a máquinas rompe o contrato democrático. O entusiasmo com a eficiência algorítmica esquece que nem toda decisão pública é simples aplicação de regra. Há escolhas que exigem prudência, sentido de justiça…
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Ouro em alta. Democracia em risco?
O que está em jogo não é o preço do ouro, mas a independência do Federal Reserve diante do ataque de Trump — e com ela, a confiança na própria democracia americana.” O ouro…
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O regresso do feiticeiro de Wall Street
Voltou com terno novo e o mesmo olhar de antes: aquele brilho febril dos que apostam tudo em promessas digitais. Ele se apresenta como inovação, mas tem as digitais do colapso de 2022 marcadas…